quarta-feira, 27 de outubro de 2010

A Organização da Rotina de Leitura e Escrita na Alfabetização


Organizar uma rotina semanal de leitura e escrita é fundamental para orientar o planejamento e o cotidiano da sala de aula. Ela se expressa na forma como são organizados o tempo, o espaço, os materiais, as propostas e intervenções do professor e revela suas intenções educativas.

Nessa proposta de alfabetização, a rotina deve contemplar situações didáticas de reflexão sobre o sistema de escrita alfabético e a apropriação da linguagem que se escreve. Deve haver uma diversidade de atividades com diferentes propósitos e, ao mesmo tempo, uma repetição delas para que o desempenho dos alunos seja cada vez melhor. Não é preciso inventar novas atividades a cada dia, mas é importante variar o gênero que vai ser trabalhado (contos, parlendas, listas, poemas, textos instrucionais etc.) e o tipo de ação que o aluno vai fazer com cada texto.

Em função disso, organizamos um quadro orientador em que é apresentado o que uma rotina semanal de leitura e de escrita deve contemplar. Por exemplo: leitura diária em voz alta pelo professor, leitura realizada pelos alunos mesmo quando ainda não lêem convencionalmente, situações de produção escrita pelo professor e/ou pelos próprios alunos, além, é claro, de situações de trabalho com a oralidade.

Neste material você vai encontrar orientações didáticas para as diversas situações didáticas que aparecem no quadro de rotina, como trabalho com nomes próprios, leitura de textos que os alunos conhecem de memória, reescrita de contos etc., bem como o que os alunos aprendem em cada uma dessas situações.


SITUÇÕES QUE UMA ROTINA DEVE CONTEMPLAR




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Fonte: Guia de Planejamento de orientações Didáticas - Professor Alfabetizador - 2º ano - Vol.1

sábado, 23 de outubro de 2010

Sondagem: Avaliação Diagnóstica

A sondagem é um dos recursos que você dispõe para conhecer as hipóteses que os alunos ainda não alfabetizados possuem sobre a escrita alfabética e o sistema de escrita de forma geral.

Vejamos alguns exemplos dessas hipóteses:

Pré-silábico - a criança não tem ainda uma associação da escrita com a fala.
Você pede pra ela escrever a palavra FORMIGA ela pode escrever várias letras ou símbolos que para ela faz sentido. Ex: LDSAD ou pode representá-la através de um desenho.

Silábico sem valor: A criança já consegue associar as sílabas com a fala, mas representa a sílaba com uma letra sem valor. Utilizando ainda a mesma palavra vejamos: FOR - MI - GA ela representará A - L - O ou seja, para o A (for) para o L (mi), para o O (ga). Percebemos que ela associa uma letra para uma sílaba, mas não tem valor sonoro.

Silábico com valor: A criança associa as sílabas com a fala e se utiliza de valores do som. FOR - MI - GA ela representa F - I - A ou seja, para o F (for) para o I (mi), para o GA ( a). Percebe que ela associa letras que fazem parte da construção da palavra Formiga.

Silábico Alfabético: Nesse caso, a criança já consegue escrever quase alfabeticamente, por exemplo: FOR-MI- GA ela escreverá FO - MI - GA, talvez tenha dificuldade de uma letra ou outra, mas já consegue associar as sílabas com a fala e a escrita.

Alfabético - Esse já consegue escrever alfabeticamente, porém com alguns erros ortográficos que não devemos considerar como problema, pois com o tempo ele irá se aperfeiçoando.
FORMIGA poderá virar FORMIJA.



                  Dicas para o encaminhamento da sondagem:

  • As sondagens deverão ser feitas no início das aulas (em fevereiro), início de abril,final de junho, ao final de setembro e ao final de novembro.
  • Ofereça papel sem pauta para as crianças, pois assim, será possível observar o alinhamento e a direção da escrita dos alunos.
  • Se possível, faça a sondagem com poucos alunos por vez, deixando o restante da turma envolvido com outras atividades que não solicitem tanto a sua presença.
  • Dite normalmente as palavras e a frase sem silabar.
  • Observe as reações dos alunos enquanto escrevem. Anote aquilo que eles falarem em voz alta, sobretudo o que eles pronunciarem de forma espontânea (não obrigue ninguém a falar nada).
  • Quando terminarem, peça para ler aquilo que escreveram. Anote em uma folha à parte como eles fazem essa leitura, se apontam com o dedo cada uma das letras ou não, se associam aquilo que falam à escrita etc.
  • Faça um registro da relação entre a leitura e a escrita. Por exemplo, o aluno escreveu KBO e associou cada uma das sílabas dessa palavra a uma das letras que escreveu. Registre:

                                                       K         B         O
                                                        !          !           !
                                                  (PRE)   (SUN)  (TO)


  • Pode acontecer que, para PRESUNTO, outro aluno registre BNTAGYTIOAMU (ou seja, utilize muitas e variadas letras, sem que seu critério de escolha de letras tenha alguma relação com a palavra falada). Nesse caso, se ele ler sem se deter em cada uma das letras, anote o sentido que ele usou nessa leitura.

                       Por exemplo:       ----------------------->
                                                    BNTAGYTIOAMU


 Sugestão para avaliação:

  • Ditar palavras que façam parte do vocabulário cotidiano dos alunos, mesmo que eles ainda não tenham tido a oportunidade de refletir sobre a representação escrita dessas palavras. Mas não devem ser palavras cuja a escrita tenham memorizado.

  • O ditado deve ser iniciado pela palavra polissílaba, depois pela trissílaba, pela dissílaba e, por último, pela monossílaba. Finalizando com uma frase, que inclua uma das palavras.

  • Evite palavras que repitam as vogais, pois podem fazer com que as crianças entrem em conflito. Ex. ARARA

Utilizando uma lista com a mesma semântica temos:

MORTADELA
PRESUNTO
QUEIJO
PÃO

O MENINO COMEU QUEIJO

Acima está um exemplo de uma lista de alimentos que compramos na padaria.



Fonte: Guia de Planejamento e Orientações Didáticas - Professor Alfabetizador - 1ª série - ( Projeto Ler e Escrever ) 

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

RESUMO: Pedagogia da Autonomia (Paulo Freire)

Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa.

Temática central do livro: Formação de Professores, inserida numa reflexão sobre a prática educativo-progressista em favor da AUTONOMIA dos alunos (pois FORMAR é muito mais do  que simplesmente EDUCAR.

Em relação ao autor:

"Paulo Freire não procurou perceber os problemas educativos da sociedade, mas propôs uma prática para resolvê-los."

Ele considerou alguns pontos importantes, no que se refere a prática  educativa com objetivo de  transformar educadores e educandos, afim de que haja a possibilidade de garantir a autonomia pessoal, com propósito de se construir uma sociedade democrática.

São esses:
  • Rigorosidade Metódica e Pesquisa
  • Ética e Estética
  • Competência Profissional
  • Respeito aos saberes do educando
  • Reconhecimento da Identidade Cultural
  • Reijar a discriminação
  • Refletir de forma crítica sobre a prática
  • Corporeificação
  • Saber dialogar e escutar
  • Querer bem os educandos
  • Ter alegria e esperança
  • Liberdade e autoridade
  • Curiosidade
  • Consciência do inacabado...

Como podemos verificar acima, a sua pedagogia é fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando. Considerando a ética ser essencial para o trabalho docente. No qual ele chama de " Ética Universal do Ser Humano"
O autor ainda nos mostra que o ensino não depende exclusivamente do professor, assim como aprendizagem não depende exclusivamente do aluno, mas sim de uma troca de informações, onde um aprende com o outro.

Ele defende: Um rigor metódico e Intelectual para o Educador, que deverá ser: Pesquisador, Sujeito curioso, busca o saber e o assimila de forma crítica, não ingênua, mas sim com questionamentos.

Pensar para Freire é: Duvidar de suas próprias certezas, questionar suas verdades.

Ensinar para Freire é: Aceitar os riscos do desafio, do novo.


Educar para Freire : Não é transferência de conhecimentos, mas sim, construir, libertar o ser humano das cadeias do determinismo neoliberal.

Considera: Uma Pedra Fundamental a Curiosidade do Ser Humano.

 Em relação aos educandos, ele orienta a seguir essa linha metodológica de estudar e entender o mundo. Relacionar conhecimentos adquiridos com a realidade da vida, sua cidade, seu meio social...

Lista Negra de Freire:

Omissão do Professor em ensinar, colocar limites, transgride a ética.
Se o professor desrespeita a curiosidade do educando, seus gosto estético, sua linguagem.
Considera a Globalização de Discurso Fatalista.
Chama a tradição de desumanizante e opressora.


A Pedagogia da autonomia veio para Libertar a todos!

 " É com a mais brilhante vocação que o autor mostra em simples palavras que ensinar é todo um processo de troca entre aluno e professor, onde ambos aprendem adquirem e sanam dúvidas, ambos crescem como seres humanos."

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

RESUMO: Avaliação Mediadora ( Jussara Hoffmann )

Avaliação Mediadora, trás uma abordagem referete a questão de como avaliar um aluno, quais os meios, maneiras, enfim, será que avaliar baseia-se em apenas um único momento?
Para Jussara Hoffmann, existem duas premissas fundamentais: o aluno constroi suas verdades e valoriza suas manifestações e interesses. Contudo devemos considerar seus pensamentos e suas idéias.
Ela valoriza: erros e dúvidas dos alunos, no qual se abre uma oportunidade do docente observar e investigar o aluno.
Trata o diálogo entre Professor e Aluno, como um indicador de aprendizagem, onde ocorre troca de informações.
Nesse processo, sempre haverá uma oportunidade para reformular uma alternativa de solução para que a construção do saber aconteça.

Professor deve: Refletir sobre seus métodos na elaboração de questões e analisar as respostas dos alunos, isso ela chama de caráter dinâmico.

Na Avaliação Mediadora o Professor não deve interpretar a prova para saber o que o aluno não sabe, mas para pensar nas estratégias pedagógicas para interagir com seu aluno.

Ela afirma que, no processo de aprendizagem, resposta é = Ponto de partida para novas interrogações ou desafios do professor.
É oferecer muitas oportunidades de emitir idéias ou as que já foram elaboradas. (Sem isso não é possível obter uma avaliação contínua e mediadora.

Avaliar = Provocar = Desafiar = Refletir = Formular = Reformular Hipóteses.

Avaliar qualitativamente significa olhar global, o aluno ser visto, observado como um ser integral.

RESUMO: Com todas as Letras (Emilia Ferreiro)

Emila Ferreiro faz uma abordagem sobre a questão da alfabetização bastante interessante.
Para ela, as crianças são facilmente alfabetizadas e ela diz que o ideal, é aprender escrever como se aprende a falar, imitando, sendo incentivadas desde cedo, cometendo erros e assim por diante...
Nos mostra como é importante o contato com os livros, revistas, jornais, lista de compras, cartas etc... Pois, é através disso que se compreende a função, o motivo pelo qual se escreve.
Infelismente não são todas as crianças que tem acesso a esse material, o que impossibilita a compreensão do porquê precisamos aprender a escrever e a ler.

A autora, critíca severamente às práticas mecanicistas, diz criar traumas nos jovens aprendizes e prejudica as campanhas de alfabetização de adultos, pois são pouco atrativas.

Em relação a qualidade da alfabetização, não abre mão da leitura compreensiva de diversos tipos de textos, pois só assim, será possível alcançar excelentes resultados.

Descreve que, num prazo de 2 anos, as dúvidas serão relativas a sinais e ortografia.
Faz um alerta, para que se respeite as variações culturais e de pronúncias (não discriminar)

Classifica três tipos de Materiais de Alfabetização:

1- Dirigido aos professores = receita de bolo
2- Material para Ler = Essenciais
3- material para aprender a ler = Inúteis

Apoia a Capacitação dos Professores e valorização dos mesmos.

Ferreiro, descreve os Principais Problemas da Alfabetização:

Primeiramente devemos soldar os pré-requisitos ( habilidades que a criança tem ou não tem ), detectados a partir de testes de prontidão.

Salienta que a criança precisa apresentar um "processo de desiquilibração"

Alerta! Na prática escolar, maturidade tem sido desculpa para manter crianças longe da escrita, para encobrir fracassos do método tradicional. Fazendo com que psicólogos e psícopedagogos diagnostiquem disturbios inexistentes.

"O que determina o ponto de partida da aprendizagem são os conhecimentos que a criança tem antes de entrar na escola."

RESUMO: O Diálogo entre o Ensino e Aprendizagem ( Telma Waitz )

Essa é uma pequena síntese do livro de Telma Waitz que aborda a relação entre o ensino e a aprendizagem, ou seja, como o professor pensa o ensino e como o aluno pensa á respeito da aprendizagem.
Para a autora, reflexão é uma das palavras chaves desse processo, porque é através desse posicionamento que se pode buscar ações criativas de intervenção pedagógica.
Uma questão que devemos considerar são as mudanças que ocorrem dentro do processo, no qual devemos buscar a compreensão, ou seja, precisamos pensar sobre como se dá a aprendizagem da criança.
Sobre isso, Telma apresenta alguns claros exemplos de como as crianças constroem suas hipóteses de escrita e enfatiza sobre seus usos, bem dizendo, sua função social.
No que se refere ao Professor, ela diz que sua função é "Criar condições para o aluno aprender, participando de situações que favoreçam isso."
Afirma categoricamente, que Professor precisa de conhecimento que é produzido na área da ciência.
Nessa concepção de ensino, conhecida como construtivista, o conhecimento é visto como produto de ação-reflexão.

Exemplo: Aprendiz = sabe alguma coisa - adquire novas informações = assimila.

Sendo assim, podemos dizer que, quando surge uma situação problema, o aluno precisa pensar a questão, superando esse obstáculo no qual irá aparecer novo conhecimento, havendo assim, a ampliação do conhecimento.

Um fato de extrema relevância é, buscar o conhecimento prévio do aluno, sobre qualquer conteúdo e para isso, se faz necessário o conhecimento científico específico, dentre os quais, a avaliação diagnóstica é um dos instrumentos imprecindíveis para tal.

vejamos que no processo de alfabetização, as crianças representam com apenas uma letra, os fragmentos sonoros que conseguem isolar na fala ex: p/p ( pa/to), percebem que a escrita representa a pauta sonora que para escrever usamos letras.
Cabe ao professor organizar situações de aprendizagem em que os alunos precisam por em jogo, tudo o que sabem e pensam sobre o conteúdo que se quer ensinar. A partir das intervenções do professor, a criança irá avançar em suas hipóteses sobre a escrita.

Não podemos esquecer!

Os alunos tem problemas a resolver e decisões a tomar em função do que se propõe produzir, a organização da tarefa pelo professor deve garantir a máxima circulação de informação possível.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Resumo: Diários de Aula

Diários de Aula: Um Instrumento de Pesquisa e Desenvolvimento Profissional: Veja a seguir um resumo do que diz Miguel A. Zabalza


Para quem dá aula, o registro representa muito mais que um roteiro de aula ou uma enumeração de atividades desenvolvidas com a turma.

Registrar = Escrever sobre a prática, pensar refletir sobre cada decisão que for ou será tomada, permitindo aprimorar o trabalho diário e adequá-lo com frequência ás necessidades dos alunos.

Todo professor deve colocar suas idéias e reflexões no papel, para aumentar a possibilidade de alcançar seus objetivos.

Existe várias formas de registrar, segue alguma delas:

Planejamento: Dotado de atividades que podem ser: Atividades Permanentes, Sequencia Didática ou Projéto Didático.

Registros de Classe: Notas, Pautas de Observação e Diários.

Avaliação : Relatórios Individuais e Coletivos.


PLANEJAMENTO: O QUE É?

É colocar as idéias da aula no papel, deverá ser feito para antecipar o que se pretende alcançar em sala de aula e a forma com que será desenvolvida a prática de ensino.
Ao final, todo seu planejamento deverá ser observado e avaliado.
Perguntas como: - A organização da sala, colaborou ou não para atingir os objetivos propostos?

Dentro do Planejamento deverá existir algumas atividades:

Atividade Permanente = Trabalho Didático realizado regularmente (diária, semanal ou quinzenal).

Exs.: Ler para os alunos, Rodas de Conversa ou uma Produção de Pinturas.

Objetivos: Familiarizar a turma com um conteúdo, Formar hábitos ( Ao fazer as leituras diárias por exemplo as crianças aprendem sobre a linguagem da escrita e desenvolvem comportamentos leitores).

Como Organizar? Prever objetivos, conteúdos, duração da atividade, materiais necessários e como será feita a avaliação.


Lembre-se! Realizar atividades permanentes não significa fazer sempre a mesma coisa.
A proposta deve ser empregada com regularidade durante o ano ou um semestre e oferecer novos desafios ( rodas de leitura em que os livros lidos pelo professor, se tornem mais difíceis)


Sequência Didática = Série de atividades envolvendo um mesmo conteúdo com aumento do grau de dificuldade, planejada para possibilitar o desenvolvimento da próxima.

Objetivo: Ensinar conteúdos que exijam tempo para aprender e aprofundamento gradual.

Como Organizar? Ao planejar, deverá prever a ordem das atividades, objetivos, conteúdos, materiais, etapas do desenvolvimento, duração e a maneira de avaliar.

Projéto Didático = Conjunto de Ações para elaboração de um produto final.
Os alunos deverão participar do planejamento do Projeto.

Objetivos: Reunir conteúdos abrangentes, atingindo propósitos didáticos e sociais.

Como Organizar? Prever os momentos do Planejamento e discussão em grupo e os de trabalhos individuais.
Colocar justificativas, aprendizagens desejadas, etapas do desenvolvimento, produção, maneiras de divulgar o produto final, duração e avaliação final.

Como executar? Duração variada (2 mêses) ou +

Não Esqueça!  Ao realizar um projeto, não abandone as atividades permanentes e as sequências didáticas.


REGISTROS DE CLASSE O QUE É?  

Podem ser: Notas, Pautas de Observação e Diários.

Objetivos: Ajudam a acompanhar o desenvolvimento dos alunos e são uma fonte de aprendizado para o professor.

Notas = Anotações curtas feitas nas aulas.

Exemplos: Frases ou comentários dos alunos, perguntas, dúvidas, conteúdos a serem pesquisados, informações para checagem etc.

Objetivos: Lembrar momentos importantes e não perder dados significativos do processo ensino aprendizagem.

Organização: Deixar uma prancheta, sulfite e caneta sempre a disposição.

Importância: Útil para base de planejamentos futuros.


Pautas de Observação = Tabelas de duas ou mais entradas, nas quais aparecem o nome dos alunos e os conteúdos didáticos ou atitudinais a ser observados.

Objetivo: Acompanhar a evolução do aprendizado de 1 ou + conteúdos ao longo do ano.

Organização: Tabular os nomes e os aspectos a serem analisados.
                       Legendar a tabela com conceitos cores referentes a um estágio de aprendizagem.
                        Preencher durante ou logo após a  aula.

Comu usar? De tempos em tempos é preciso fazer a análise e comparação das tabelas.
Quanto maior a frequência com que elas forem preenchidas, ,mais informações se tem sobre o avanço de cada estudante e mais rápido é possível fazer intervenções.


Diário de Aula = Narrativas sobre o qe aconteceu na sala de aula, tanto em relação a comentários e produções dos alunos como em relação a si mesmo, ( impressões e reflexões ).

Objetivo: Refletir sobre o planejamento e sua adequaçãoás necessidades dos alunos.

Como usar? Uma das principais utilidades é o compartilhamento com o Coordenador Pedagógico, pois permite a reavaliação da prática pedagógica, possibilitando futuro planejamento e avaliação.




Avaliação =  Registro onde reunem-se diversas atividades produzidas pelos alunos, no qual contribui para relembrar as vivências em sala e transformar em relatório.
Requer dedicação!


Relatório = É a avaliação do desempenho de uma criança ou do grupo durante um determinado período.

Objetivo: Documentar o desempenho dos estudantes para comunicar ás familias as aprendizagens.

Organização: Utiloizar-se das pautas, notas, diários para elaborar relatórios.

Dica! Nas escolas onde há um modelo, começe sempre com um breve relato do que se foi trabalhado com a turma naquele período.
Em seguida, individualmente para cada aluno, relate como foi o avanço global em relação aos objetivos propostos inicialmente.

Como usar? Fica a critério de cada escola, bimestral, trimestral ou semestralmente.

Importante! É preciso começar os relatórios com antecedência, pois o detalhamento requer tempo e reflexão.