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sábado, 9 de abril de 2011

TANGRAN

Painel realizado pelos alunos do 4º B - tarde - Colégio Paulo Freire - Guarulhos

Na aula de (matemática) conseguimos trabalhar com a interdisciplinaridade, pois realizamos um painel que conta a  - ( História ) do TANGRAN, que começou na China (Localização Geográfica) - onde os alunos trabalharam com o raciocínio lógico para montar as figuras ( Geométricas ), escreveram texto em (Língua Portuguesa) - compondo os personagens,  com o discípulo e o mestre mencionados em formas geométricas (Tangran) - Criaram diversas figuras entre as quais, utilizaram as técnicas  de ( Artes ) como pontilismo, curvas, retas, texturas etc...


atividades com tangran

                                                          Pássaro!
 
Uma casa!

Um Homem sentado!

Barco!

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"PARABÉNS AOS ALUNOS DO 4ºB"

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Situações que a rotina de Matemática deve contemplar no 3º ano

Matemática. O quê ensinar ?



Na Matemática, a rotina proposta deve contemplar atividades referentes aos blocos de conteúdos: números, operações, grandezas e medidas, espaço e forma e tratamento da informação.

Significa dizer que a rotina deve prever situações de:

  • Produção e interpretação de números naturais e decimais que aparecem em situações de uso;

  • Cálculos nos campos aditivo e multiplicativo, atividades em que os alunos tenham oportunidades de utilizar o cálculo mental, a estimativa, e ainda o cálculo através de algoritmos convencionais;

  •  Reflexão sobre a utilização de diferentes unidades de medidas;


  •  Localização e deslocamento no espaço e das explorações das formas (geometria);

  •  Produção e interpretação de tabelas e gráficos.

A organização deste material possibilita que você planeje sua rotina de trabalho a
partir do conhecimento e das necessidades de sua turma.

É importante analisar:

  •  Quais aspectos merecem mais atenção e quais não são tão relevantes;

  •  A necessidade de aprofundamento dos conteúdos em função da compreensão dos alunos, levando em conta que o mesmo tema pode ser abordado em diferentes momentos da aprendizagem.

O planejamento da rotina deve ter como referência as demandas de aprendizagem mapeadas através das sondagens propostas, registro de observações do desempenho
dos alunos, e poderá ser reorganizada ao longo do ano dependendo dos avanços e dificuldades dos alunos.

No entanto, sugere-se que inicialmente as atividades de interpretação e produção de números sejam realizadas duas vezes na semana.

Além do trabalho com números naturais, nesse volume está presente o trabalho com números racionais na forma fracionária e decimal. Dessa forma, além de continuar propondo atividades de reflexão sobre os números naturais, é preciso organizar situações em que os alunos observem o uso cotidiano dos racionais e comecem a refletir sobre a sua organização e regularidade. Nesse sentido, os alunos utilizarão o conhecimento que já possuem sobre os números para avançarem na ampliação do campo numérico. Para isso propomos o recurso da utilização da calculadora como mais um instrumento para propor problemas e para análise das produções escritas numéricas.

Já as atividades de cálculo podem ser organizadas duas ou três vezes na semana.

É interessante que no início do ano se privilegie as situações de resolução de problemas
no campo aditivo e, à medida que as crianças avancem na compreensão dessas idéias,
incluir as atividades do campo multiplicativo. Elas devem ser realizadas para que os alunos
continuem ampliando a compreensão dos significados das operações envolvidas (aditivas e
multiplicativas). Para isso, as situações serão organizadas de modo que eles possam fazer
conjecturas sobre as diferentes maneiras de se obter um resultado, usando cálculo mental,
estimativa, algoritmos convencionais e não-convencionais, analisarão as suas estratégias
e a dos colegas, compartilhando, portanto, diferentes idéias e procedimentos.

O trabalho com grandezas e medidas deve ser realizado uma vez por semana. São propostas neste material, situações-problema do cotidiano para que os alunos compreendam
como se dá a sucessão do tempo - como se organiza e se utiliza os instrumentos 
sociais de medida de tempo (calendário, relógio), e em que situações se usa as diferentes medidas (massa, comprimento, capacidade e temperatura), relacionando-os com os respectivos instrumentos de medição.

Propomos também o estudo da geometria – espaço e forma, uma vez na semana, podendo ser alternado com o trabalho de grandezas e medidas. O trabalho com espaço e forma visa propor experiências de localização e deslocamento de pessoas e objetos no espaço, além de situações em que os alunos terão a oportunidade de observar diferentes corpos geométricos e refletir sobre suas propriedades.

Por último, sugerimos, neste material, atividades específicas sobre o tratamento de informação, uma vez por semana, com a finalidade de fazer os alunos construírem procedimentos para coletar, organizar, interpretar e comunicar dados, utilizando tabelas e
gráficos. Esse conteúdo, no entanto, estará presente de uma maneira transversal em diferentes situações problemas referentes aos demais conteúdos da área de matemática.


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sexta-feira, 23 de abril de 2010

JOGOS MATEMÁTICOS

Trabalhar com jogos em sala de aula, é um excelente recurso didático, pois quando bem planejados, podem se tornar uma ferramenta pedagógica eficaz na construção do conhecimento matemático.
Ensinar matemática, é desenvolver o raciocício lógico, estimular o pensamento individual, a criatividade e a capacidade de resolver problemas.
O uso dos jogos tem como objetivo, despertar nos estudantes o interesse pela disciplina, para que os mesmos sintam-se motivados e aprendam de maneira divertida.
Existem importantes aspectos que justificam a incorporação dessas atividades na rotina da classe. São eles: caráter lúdico, a formação das relações sociais e o desenvolvimento das técnicas intelectuais do indivíduo.

Os jogos ainda, podem ser utilizados para a introdução de conteúdos e preparação para o aprofundamento de atividades já trabalhadas.


'' Outro motivo para a introdução de jogos nas aulas de matemática é a possibilidade de diminuir bloqueios apresentados por muitos de nossos estudantes que temem a Matemática e sentem-se incapacitados para aprendê-la. Dentro da situação de jogo, onde é impossível uma atitude passiva e a motivação é grande, notamos que, ao mesmo tempo em que estes alunos falam Matemática, apresentam também um melhor desempenho e atitudes mais positivas frente a seus processos de aprendizagem. '' (Borin, 1996)

A SEGUIR: DICAS DE ALGUNS JOGOS A SEREM DESENVOLVIDOS COM AS CRIANÇAS

1. POR UM TEMPO
Jogo que mistura um pouco de habilidade manual e poder de observação. Peças de desenhos parecidos devem ser encaixadas em um "tabuleiro" e a criança tem um tempo determinado. “Ao final desse tempo, ela deverá ter colocado o maior número possível de peças iguais”.

2. QUANTOS? QUANTAS?
Brinque com os alunos, perguntando: “Quantos narizes você tem?” (Coloque o dedo na ponta do nariz e peça aos alunos para imitarem.); “Quantas bocas?” (Coloque o dedo nos lábios e faça os alunos imitarem).
Prossiga assim perguntando e indicando com as mãos: “Quantas orelhas?”; “Quantos braços?”; “Quantas mãos?”; “Quantos dedos em cada mão?”.

3.FORMANDO GRUPOS
Uma atividade que pode ser utilizada como aquecimento é a brincadeira Formando grupos:

a) Converse com os alunos: “Vamos contar juntos até 3: um, dois, três”; “Agora, vamos contar até 3 levantando os dedos: um, dois, três”.

b) Prepare previamente a sala de aula com 3 bolas semelhantes, 3 lápis semelhantes, 3 flores num vaso, etc.

c) Explore, de forma semelhante, grupos de 4 e grupos de 5.

4.OS NÚMEROS MÁGICOS
Folha com várias retas numéricas e dois conjuntos de cartões numerados (deve-se usar no inicio apenas números de 1 a 5 – posteriormente, acrescente valores maiores).

Conte uma estória ou proponha: “Agora, brincaremos com objetos mágicos, dentre eles os números”. Peça a um aluno que sorteie um cartão numerado. Este primeiro número sorteado indica o número de saltos que a criança dará obedecendo ao número mágico.

Peça a outro aluno que sorteie um cartão numerado. Este segundo número sorteado indica o comprimento de cada pulo. Inicialmente, desenha uma “reta” graduada no chão (ou uma faixa de papel). Um terceiro aluno, brincando de ser possuidor de um número mágico, dará pulos sobre a “reta”, e a turma verificará o número no qual ele parou.

O animador pode dividir a turma em duas equipes e propor que disputem quem recebeu o número mágico e que levou mais longe.

5.DIREITA ESQUERDA
Procure explorar os conceitos de direita e esquerda com a brincadeira de pular corda com dois batedores. Os alunos podem fazer a mímica de bater corda em duplas:

a) Cada aluno da dupla pega a ponta da corda de mentirinha com a mão direita;

Atenção: os dois têm de fazer os movimentos para cima e para baixo ao mesmo tempo.

b) Depois, cada aluno da dupla pega a ponta da corda de mentirinha com a mão esquerda, não se esquecendo de fazer os movimentos para cima e para baixo ao mesmo tempo.

Converse com os alunos sobre os possíveis acidentes que podem ocorrer quando brincamos: “Quem já sofreu algum acidente (tombo, queda, etc) enquanto brincava? Como foi?”; “Que cuidado devemos tomar quando estamos brincando?”.

6. DESCUBRA O INTRUSO

Este jogo além de trabalhar os conceitos de pertence e não pertence, explora a memória, a reflexão, a lógica, a observação e o vocabulário.

Apresente um conjunto de 3 elementos (objetos ou figuras em cartões) entre os quais um é “intruso”. Inicialmente, apresente um conjunto de 3 elementos simples: figuras de laranja, banana e ovo.

Diga aos alunos que, como pequenos detetives, descubram qual o “intruso”. Peça que expliquem por que o elemento é intruso.

Continue a brincadeira com outros conjuntos de 3 figuras, enquanto a turma mostrar interesse. Quando os alunos se acostumarem com a brincadeira, aumente o número de elementos para 4, 5 ou 6.

7. FORMANDO TRIÂNGULOS
Este jogo leva os alunos a conhecer e fixar o conceito de triângulo.

a) Entregue para cada grupo de 3 ou 4 alunos uma folha com vários pontos distribuídos ao acaso, um pouco separados uns dos outros. Se preferir, peça que os próprios alunos salpiquem as folhas de pontos. Peça que cada aluno do grupo escolha uma cor diferente de lápis.

b) O jogo é assim: cada aluno, na sua vez, liga 3 pontos, de modo a formar um triângulo, e, depois, pinta-o com a cor escolhida. Para que os alunos entendam melhor o jogo, faça uma demonstração com alguns pontos feitos na lousa.

c) Ganha o jogo quem conseguir pintar mais triângulos com a sua cor. Não importa o tamanho dos triângulos desenhados, desde que os triângulos não se sobreponham.

Uma variação dessa brincadeira é “Formando quadriláteros”. As regras são as mesmas. A única diferença é que os alunos terão de ligar 4 pontos para formar uma figura de 4 lados.